‘Hey Cabral, where’s Amarildo?’

BY MARIANA TORRES

Versão em português  (English version below)

Ei, Cabral, cadê o Amarildo?

Essa foi a pergunta gritada por dezenas de pessoas nas ruas do Brasil durante alguns meses em 2013.

Amarildo Dias de Souza é um ajudante de pedreiro brasileiro que ficou conhecido nacionalmente por conta de seu desaparecimento, no dia 14 de julho de 2013, após ter sido detido por policiais militares, na Favela da Rocinha, em direção a sede da Unidade de Polícia Pacificadora do bairro, ironia que essa mesma polícia que foi elaborada com os princípios da polícia de proximidade, um conceito que vai além da polícia comunitária e tem sua estratégia fundamentada na parceria entre a população e as instituições da área de Segurança Pública. Atualmente quem está no comando das Unidades de Polícia Pacificadoras é o ex-comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (conhecida sua pela maneira “efusiva” de atuação).

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Lessons not learned

Europe over the last decade was confronted with the worrying development of uprisings by young people without any sort of apparent political goal. As we approach the 10-year anniversary of the 2005 Paris riots, we would like to ask whether lessons have been learned from these events. Considering the fast pace of today’s media, which barely allows for the consideration of a problem before covering us with a mountain of ‘newer’ issues, have politicians pushed through those promised measures, with which we were appeased in the immediate aftermath of each period of unrest? Did they tackle the actual causes, which include mostly a lack of opportunities and social inclusion of young disadvantaged people- or was the issue left to fade slowly from our memories? Too often do we forget pressing issues of the more recent past, and therefore fail to ask whether the problems that we were briefly so concerned with have actually been solved.

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